ROVENA WOELFFEL – 3° ANO
Este relatório tem como tema central a vida dos negros na sociedade atual; nele eu levei em consideração todas as palavras do professor Lula, entretanto, escrevi tudo isto usando o meu conhecimento adquirido e as minhas palavras.
Eu só quero deixar claro que eu sou uma branca falando de uma população negra e mesmo que eu tenha qualquer aula sobre, nunca entenderia a dor que eles enfrentam dia após dia. Hoje venho usar a minha voz para falar um pouco do que aprendi nessa aula, mas desde já peço perdão se um dia fui racista.
A população brasileira ainda não reconhece que a questão do negro cabe a todos e não só à própria que tem essa cor. Tudo isto começa com a colonização, ou seja, a partir do momento em que os portugueses chegaram, e logo em seguida surgiu a escravização tanto indígena, como africana.
Por isso, existe uma questão social, em que, o índio vive “errado” e o negro é escravo porque é preto, sendo tratado como mercadoria e reconhecido como inferior, foi nesse momento que o racismo começou e até hoje está presente. Essas pessoas que sofreram e morreram por nós ofereceram grandes riquezas, e também produziram todas as riquezas de Portugal, mesmo elas sendo submetidas às mais cruéis ações.
O povo negro poderia pedir uma guerra, ou falar que Portugal e Brasil são deles, mas só estão pedindo respeito e uma maior agregação da sociedade. A abolição da escravatura pode ser considerada um marco grandioso, porém, não foi bem assim, eles ainda sofriam e ainda eram tratados sem a devida educação.
De acordo com o IBGE, a população negra tem 2,7 mais chances de ser vítima de assassinato do que os brancos. Ou seja, só nessa estimativa demonstra a divergência de tratamento, não só na violência, mas na educação e na carreira profissional.
Grande parte dessa população vive em periferias e são tratadas como “bandidas”, isso é um preconceito que eles vivem todos os dias e nós não percebemos, e por isso deveríamos acolher e não julgar. Na questão da escola podemos ver a luta para entrar nas universidades federais e graças aos próprios que lutaram, hoje existem as cotas. E por fim a questão profissional, em que, eles perdem empregos pelo fato de serem mais escuros.
Esperamos e almejamos um maior reconhecimento para essa sociedade, pois deveria existir apenas uma “sociedade”. “O preconceito da raça é injusto e causa grande sofrimento às pessoas” Voltaire.